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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Índio da Costa é maçon?

Índio e Serra segredando...

Sérgio de Vasconcellos.

Já é fato sabido e incontroverso a filiação de José Serra e Alckmin à maçonaria, inclusive, com vídeos elogiosos:  

Saudação do José Serra aos maçons brasileiros relativa ao Dia 20 de Agosto e 

Geraldo Alckmin saúda o Dia do Maçon .

Mas, e o famoso Índio da Costa? Pois bem, ainda a semana passada, entre os dias 1º e 13 de Novembro, encontramos o seguinte diálogo entre Índio e um maçon que o segue no Twitter:
01 de Novembro(Marcelo): Olá, Indio!! Vamos marcar aquele bate-papo?? Abraços
13 de Novembro (Índio da Costa): Vamos sim. Estarei em SC, para uma palestra, nos dias 28 e 29/11
13 de Novembro(Marcelo): Em qual cidade será sua palestra?
13 de Novembro(Índio): floripa
13 de Novembro(Marcelo):  Que maravilha. Se puderes apenas me passar os horários e o local, eu estarei lá!!
13 de Novembro(Índio): a palestra é fechada para a maçonaria.
13 de Novembro(Marcelo): Por isso não vejo problemas...também desbasto a pedro bruta. Indio, será apenas um pequeno vídeo seu. Não irá lhe tirar muito tempo.

Seria um exagero meu concluir de tal conversa que Índio da Costa é maçon? Creio que não, pois, se a Palestra é "fechada para maçons" e ele vai participar, então, é porque deve ser Filho da Viúva. E o Sr. Marcelo assim o reconhece ao responder "TAMBÉM desbasto a pedra bruta", gíria característica entre os irmãos para se identificarem. 

Deixamos aí a pergunta: Índio da Costa é maçon?
Aécio, Serra, Alckmin, Índio e Richa: Quinteto maçônico?

Aos que desejarem acompanhar a edificante conversa, eis os "links" https://twitter.com/#!/indio e https://twitter.com/#!/marcelobrick

domingo, 9 de janeiro de 2011

TFP e Maçonaria

Sérgio de Vasconcellos.

O nada saudoso "Prof." Orlando Fedeli - que a terra lhe seja bem pesada! - costumava apontar supostas ligações entre a TFP e a maçonaria. Sinceramente, nunca levei tais acusações em consideração por provirem de quem provinham... O "Prof." Fé dele... , digo, Fedeli, nunca se recompôs do choque de não ser o sucessor do "Dr."Plínio Correia de Oliveira, tendo se retirado da TFP, após 30  anos, dizendo tudo o que podia contra aquela organização. Assim, por julgar que a acusação do Fedeli era fruto de ressentimento, rancor e inveja, jamais dei crédito a mesma.Todavia, estou começando a suspeitar que o negregado Fedeli talvez estivesse certo.

É fato que a nefanda TFP - organização política  que se apresenta como religiosa, e que se diz tradicionalista, mas, que defende o liberalismo econômico (capitalismo) de forma intransigente -, não perde oportunidade de atacar o Integralismo e seu fundador, Plínio Salgado. Os tfpistas fogem do Integralismo como o diabo da Cruz.

No entanto, recentemente, viu-se o notório maçon, o "Comendador" Antonyo da Cruz, Presidente do Instituto Brasil Imperial - IBI - ser tratado com toda a pompa e circunstância em importante encontro monarquista, no Rio de Janeiro, chegando mesmo a dividir a Mesa de direção dos trabalhos, sentando-se a direita de S.A.I. e R. D. Bertrand de Orléans e Bragança! Não é curioso que o Ilustre Príncipe, que nutre profunda ojeriza pelos Integralistas, se sinta tão a vontade na companhia de um maçon?!

Não é de hoje que o movimento monárquico está infiltrado e minado pela maçonaria, mas, não atinávamos até que ponto chegava tal influência.

Aos que desejarem comprovar a vizinhança amistosa, visitem o "link" da Foto da Mesa.

Lamentável!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A atuação Política e Internacionalista da Maçonaria

Sérgio de Vasconcellos

No texto de Gustavo Barroso publicado, "A Maçonaria" , o notável Historiador, cita documentos que desmentem a costumeira falácia maçônica de que a Ordem não se mete em política, bem como confirmam o caráter internacionalista da seita. Mas, como certamente vai aparecer algum bisonho dizendo que isso foi no passado, que hoje a maçonaria é boazinha, que só cuida de filantropia, serão transcritos abaixo trechos de um Livro português mais recente – é de 1998 -, que comprovam as afirmações de Barroso.
As passagens foram retiradas da Obra de A. H. de Oliveira Marques, A Maçonaria em Portugal. Lisboa: Gradiva/Fundação Mário Soares, 1998, 119 páginas. Colecção Cadernos Democráticos, Valores, Volume 6.

Os Políticos maçons não são representantes dos seus eleitores, nem dos Partidos em que estão formalmente filiados, mas, das Lojas:
“Dos 20 ao 90 anos, todo o maçon consciente sabe que pode e deve aprender com seu irmão maçon e aceita com abertura e humildade todos os ensinamentos e correctivos que sobrevierem da expressão das suas opiniões. Não é por mera disciplina ou simples eufeudamento hierárquico que os governantes maçons devem submeter projectos importantes de leis e outros actos governativos à apreciação dos seus confrades. É porque têm a certeza de que aí colherão, sem lisonja e com sinceridade, meios de aperfeiçoar a obra que visam. Cada loja maçónica surge assim como uma pequena assembleia de base onde o dirigentena realidade, representante seu – constantemente se apoia, na busca da melhor fórmula para o bem de todos”. (p. 9)

O internacionalismo é um “dogma” maçônico, sendo o conceito de Nação transitório, devendo um dia ser superado, portanto, entre a “fraternidade” maçônica e a fidelidade à Pátria, o maçon deverá ficar com a Ordem:
“Através do ritual, que inclui vocabulário próprio e sinais de reconhecimento específicos, um maçon português pode contactar com um maçon japonês e receber dele ou transmitir-lhe ajuda e apoio de qualquer género. De facto, um dos deveres mais importantes do maçon, inserto nas Constituições do mundo inteiro, consiste em reconhecer como irmãos todos os maçons, tratá-los como tais e prestar-lhes auxílio e protecção, a suas viúvas e filhos menores. A história da Maçonaria está cheia de casos que provam o geral cumprimento deste dever.
“O internacionalismo da Ordem Maçônica estabelece-se através das Nações ou Estados politicamente constituídos. (...)”
Não quer isto dizer que a Maçonaria aceite a Nação como realidade última da organização da Humanidade. Tal equivaleria a contradizer o princípio da fraternidade universal e da existência de uma única família na face do globo. (...) “A Nação é a escola presente para a super-Nação futura”. Em caso de conflitos entre nações o maçon encara sem dúvida problemas de difícil resolução. Mas, se for obrigado, sem quaisquer sofismas nem disfarces, a optar entre a fraternidade com seus irmãos de outro país e a fidelidade à sua Pátria, ele deverá escolher a primeira.(...)” (p. 10 e 11)

A infiltração maçônica:
“Ao sobrevirem as Revoluções Americana e Francesa, os pedreiros-livres eram já muitos milhares. Mas a acção directa da Ordem na feitura dos movimentos revolucionários não está comprovada documentalmente. A Maçonaria actuou por trás, nos bastidores, sobre o ideário e a actividade dos muitos pedreiros-livres que, integrados noutras organizações mais pragmáticas, lutaram seguindo a via revolucionária e política. Os ideais das Revoluções Americana e Francesa haviam sido, de facto, pensados, teorizados e expostos muito antes delas. E assim iria suceder, quase sempre nas interligações Maçonaria-História. Prefiguração maçónica de ideiais e de acções historicamente relevantes, encontramo-la desde a Revolução Americana ao movimento francês de Maio de 1968. Ligação directa entre Maçonaria e essses movimentos, raras vezes é possível detectá-la. Desde sempre, a acção maçónica exerceu-se, nos indivíduos e não nos organismos”. (p. 24 e 25)

“Uma das perguntas que vulgarmente se faz é de que maneira actua a Maçonaria no mundo profano. A resposta é simples: em grande parte através de instituições que fomenta, cria ou dirige mas que têm a sua vida própria, desligada da vida maçónica interna. Não interessa à Maçonaria que, nestas instituições, todos os membros lhe pertençam. Pelo contrário, prefere que alguns ou muitos lhe sejam alheios, para que a relacionação com o mundo profano se mostre tão grande quanto possível. Basta-lhe assegurar que o espírito de tais instituições se mantenha maçónico e que, se possível, a orientação geral ou, pelo menos, um certo controle, estejam nas mãos de maçons. O número de instituições deste tipo, a que chamaremos paramaçónicas, é grande. (...)” (p. 65)

Eis o que consiste a tão propalada beneficência maçônica:
"Mas cultura e beneficência requerem um enquadramento político. A maçonaria não faz política partidária; faz, no entanto, política no melhor sentido da palavra, identificando política com intervenção no mundo profano visando o melhoramento da sociedade. E faz política sempre que é necessário lutar pela tolerância, pela liberdade, pela igualdade e pela fraternidade, contra o fanatismo, a intolerância, a opressão, enfim. Neste caso, intervir na política não constitui apenas um direito da Maçonaria; constitui um autêntico dever". (p. 68 e 69)

Tomei a liberdade de grifar(negrito) algumas partes. Que cada Leitor tire suas próprias conclusões.


Maçonaria - Estudos Críticos

Sérgio de Vasconcellos

Não acredito em “neutralidade científica”, que considero um mito, atrás do qual sempre se encontra algum interesse ideológico escuso. No entanto, acredito na honestidade intelectual, que é condição necessária para qualquer estudo sério. Assim, deixo claro, já, que este Blog é francamente anti-maçônico.

A finalidade deste Blog é expor a maçonaria e seus propósitos nefandos e, para tanto, serão publicados aqui escritos de diversos Autores, não apenas anti-maçônicos, mas, os maçônicos também e principalmente. A documentação maçônica será aqui divulgada, corroborando o ponto de vista deste Blog.

Aos maçons que pretenderem convencer-me de que estou errado, peço encarecidamente que não percam o seu tempo – e o meu -, pois, estudo o tema há 30 anos e estou plenamente convicto de que para o Bem do Povo Brasileiro e de toda a Humanidade, a maçonaria deve ser varrida da face da terra.

Aos maníacos da conspiração, que acreditam em reptilianos, irmandades babilônicas e outras cretinices do gênero, antecipo que não sou psiquiatra. Aos racistas, anti-semitas, nazistóides, separatistas, revisionistas e demais tolos e apátridas, alerto que nada encontrarão aqui que os agrade, pois, repilo todos esses desvios ideológicos, que são manipulados pela maçonaria.

A preocupação central deste Blog é com a Verdade.

Para iniciar auspiciosamente as publicações deste Blog será transcrito o “A Maçonaria”, de Gustavo Barroso; e, em seguida, trechos de um Livro maçônico português, que confirma o que foi dito pelo Autor de “O Integralismo em Marcha”.

Agradeço desde já, todas as críticas, sugestões e contribuições.

Rio de Janeiro, 21 de Junho de 2010.
No Solstício de Inverno.